sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Mega

Mega da Virada pode pagar mais de R$ 170 milhões amanhã

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DE SÃO PAULO

O concurso especial da Mega-Sena, a Mega da Virada, deverá pagar ao menos R$ 170 milhões amanhã (31). O valor ainda pode aumentar de acordo com a quantidade de apostas feitas até o sorteio.

As apostas podem ser realizadas nas 11 mil lotéricas do país, e devem ser registradas até as 14h (horário de Brasília) do dia 31. A aposta mínima --seis números-- custa R$ 2.

Para titulares de conta corrente da Caixa, as apostas já podem ser feitas online, utilizando o Internet Banking. A funcionalidade "Aposte na Mega-Sena" pode ser acessada nos seguintes horários: de 28 a 30/12, das 12h às 18h, e no dia 31, das 12h às 14h.

Assim como aconteceu nas duas primeiras edições,o prêmio não vai acumular. Se não houver ganhadores na faixa principal, seis números, o prêmio será rateado entre os acertadores da quina e assim por diante.

A Mega da Virada de 2010 bateu recorde e pagou um prêmio de R$ 194 milhões dividido por quatro apostas --cada um levou pra casa mais de R$ 48,5 milhões.

domingo, 25 de dezembro de 2011

MEU MESTRE SERGIO ESCOVEDO RETORNOU COM O ESTILO FANTÁSTICO DE SEMPRE

Uma honra postar aqui "Retorno", do Mestre Sérgio Escovedo


Hervé jamais criticava as pessoas diretamente, não discutia, não
discriminava. Não deixava de agir como dono do jornal,
diretor-proprietário, como se dizia na época, mas ele sabia no fundo
que aquela energia jovem estava transformando seu jornal na maior
usina de idéias de Campos. Era o jornal mais respeitado e mais lido .
Os demais eram o Monitor Casmpista, com Oswaldo Lima, que era muito
amigo de Hervé, mas um jornalista mais conservador, parecia bem mais
velho do que era, e se dedicava principalmente a seus artigos e uma
coluna. O Monitor era anódino, não tinha opinião. A Notícia,
surpreendentemente, parecia um jornal de oposição. Hervé fazia
jornal ismo de alto níverl. Na época, Vivaldo Belido dirrigia A Cidade,
totalmente dominado por Alair Ferreira, um jornaleco sem estilo,
vulgar, que estampava fotos enormes de Alair e não tinha nenhum peso
na mídia. A Notícia era formadora de opinião, muito antes que esse
conceito fosse discutido. E o jornal era bem diagramado, moderno. Nos
espelhávamos, claro, no Jornal do Brasil - a melhor diagramação de
jornal do mundo, na época, citado na revista Graphys - a bíblia dos
designers, cartunistas e programadores visuais em geral. Mas não
imitávamos. As soluções eram adequadas aos nossos pequenos e parcos
recursos: um impresdsora antiga, em preto e branco, títilosd montados
na caixa, linotipos e velhas máquinas de escrever. Na época o telefone
não era tão importante. Lugar de jornalista era na rua e acho que
havia só umas duas ou três linhas, uma delas com extensão para a casa
de Hervé, no mesmo prédio, no segundo andar. Hervé era funcionário
público, coletor em Goitacazes. Era uma sinecura, mas ele trabalhava
lá várias vezes por semana. Ia ao Rio frequentemente. Ele tinha plena
consciência de que fazia um jornalismo de interior e se orgulhava
disso. A Notícia era bem local, mas a forma de abordar os problemas
era muito diferente de hoje. Os colunistas eram um quadro importante
no jornal. Além do proóprio Hervé, cujos artigos eram esperados com
ansiedade - e escrevia bem, era culto mas não esnobe, tinha um estilo
muito agradável e moderno, havia colunas de humor- de José Cunha Filho
- e Tia Ciata, que respondia a perguntas bobas de pessoas ou supostas
pessoas com problemas cnjugais. Era quase sempre iuma criação coletiva
e nos esbaldávamos de rir com as respostas. José Cunha era muito
popular e escrevia bem. A partir de 1969, estreou o Sergei - o apelido
que me foi dado no teatro, por que me acharam "muioto comunista" e ora
atribuíam Sergei a Eisenstein, a Maiakovski (o que seria uma honra
imerecida) ou ao general russo que ocupou Berlim na Segunda Guerra.
Engraçado que quando fui preso os militares estavam convencidos de que
era a última hipótese, um perigoso comunista - eu, um garoto de 20
anos, que só queria escrever poesia, fazer teatro e beber com os
amigos. Minha militância foi mínima naquela época ( isso fica para um
próximo capítulo em que entram Ivald Granato, César Ronald e outros).
A repercussão das colunas era fantástica. A opinião de Campos era A
Notícia. Certa vez escrevi uma cronica em linguagem cifrada falando
mal de Maria Thereza Venâncio e ela cortou minha bolsas de estudos no
mesmo dia;( Hervé passou a pagar - este é outro capítulo, de meu
relacionamento pessoal com ele e família). de outra vez, escrevi que
ia para um Congresso da Fome no Uruguai - par a sacanear os militares,
o pra frente Brail, e muita gente me perguntou na rua se eu realmente
ia viajar. O jornal era quase uma criação coletiva, com destaque para
Hervé, Manuel Luiz, Churchill, Sergei, José Cunha e... PrataTavares
era a âncora do jornal. Aluysio Barbosa, mais velho, não participava
de nosso grupo.

http://carraspanacampista.blogspot.com/ <-- CRÉDITOS

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Encontrei essa carica de Jimmy Carter feita pelo mestre Mulatier

Mulatier era fera em trabalhar com lápis de cor, o que hoje com a ditadura do photoshop quase ninguém faz eu não tem habilidade para fazer.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Câmara rejeita aumento de imposto


Beto Oliveira

Foto
DEP. VALDIVINO DE OLIVEIRA

A Câmara dos Deputados decidiu rejeitar nesta quarta (7) o Projeto de Lei que elevaria em 5% a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bebidas alcoólicas, armas de fogo e munições. A proposta é de autoria do deputado Roberto Britto (PP-BA) e a relatoria ficou com o deputado Valdivino de Oliveira (PSDB-GO). Segundo o relator, a justificativa de que o álcool e as armas provocam violência não é suficiente. “Não parece suficiente para aumentar ainda mais a carga tributária do produto”, disse Valdivino. “Quem compra uma arma para cometer delitos, na maioria das vezes, a adquire no mercado informal, onde a administração tributária não consegue chegar”, completou.


Mercadante deve substituir Haddad na Educação

A decisão da presidenta Dilma parece “irrevogável”, até agora: o ministro Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) deverá ocupar a vaga de Fernando Haddad (Educação), que sai para concorrer à prefeitura paulistana pelo PT. Mercadante, que defendeu a tese de doutorado em economia onze anos depois de formado na Unicamp, assumiria o MEC na anunciada reforma ministerial, em janeiro.


Mercadante acha que o MEC pode servir de trampolim, como no caso de Haddad, que virou candidato a prefeito. Só falta combinar com Lula.

Dilma estuda também fundir o Ministério de Ciência e Tecnologia ao MEC, consolidando sua função de um “Ministério de Ensino Superior”.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Quando você descobre que seu filho vai ser jogador de futebol

Fernando Pimental diz que a mufunfa é lícita e que está "tranquilíssimo" dançando um tango "

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse nesta sexta-feira (9) que está "tranquilíssimo" em relação às suspeitas levantadas pela imprensa de que teria feito tráfico de influência para beneficiar a empresa dele, a P-21 Consultoria e Projetos. "As explicações que tinham que ser dadas foram dadas", disse Pimentel, em entrevista a jornalistas brasileiros, em Buenos Aires. E se referiu à conversa que teve com a presidenta Dilma Roussseff. "Eu tenho certeza de que esse episódio está superado".

Segundo Pimentel, não há motivos para o Congresso convocá-lo a dar explicações. Mas garantiu que irá, se for chamado. "A obrigação de um ministro é atender às convocações do Congresso". Pimentel está no meio de uma crise política desde que foram divulgadas pela imprensa informações sobre as relações da empresa de consultoria que ele abriu depois de deixar a prefeitura de Belo Horizonte, em 2009. Os clientes da consultoria seriam empresas e entidades com as quais a prefeitura manteve contratos na época em que Pimentel era o titular do cargo.
O ministro está na Argentina para uma reunião sobre comércio bilateral. "A perspectiva é abrir uma negociação de curso mais longo para chegar a construir um mecanismo efetivo de integração produtiva entre as economias brasileira e argentina", disse ele. Pimentel minimizou as reclamações de exportadores brasileiros de que a Argentina continua atrasando a concessão de licenças não automáticas de importação. Pelas normas da Organização Mundial do Comércio (OMC), a emissão dessas autorizações não deveria levar mais de 60 dias, mas os argentinos não têm cumprido os prazos. "São dificuldades naturais, cada país tem seu processo de licenciamento", disse Pimentel. Opinião do blog; não aguenta no cargo mais de duas semanas.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Ministro da Saúde é contra cachaçada e cervejada na Copa

O ministro Alexandre Padilha (Saúde) disse ser contra mudanças no Estatuto do Torcedor, que, segundo relatório da Lei Geral da Copa, apresentado ontem, permitiria o consumo de bebidas alcoólicas nos estádios durante a Copa do Mundo de 2014.

"Sou a favor que se mantenha o que está no Estatuto e que não se permita o consumo de álcool nos estádios durante os jogos da Copa", disse o ministro.

Sérgio Lima - 26.abr.11/Folhapress
Alexandre Padilha, em evento em Brasília
Alexandre Padilha, em evento em Brasília

Padilha participou, na tarde desta quarta-feira, da Comissão Especial sobre Bebidas Alcoólicas, na Câmara.

Os deputados presentes na comissão expressaram indignação em relação à possível mudança no estatuto e aprovaram "moção de repúdio", a ser entregue no plenário na Câmara, nas lideranças e na Presidência.

"Isso é uma tragédia anunciada", afirmou o deputado Carlos Alberto Lopes (PMN-RJ)
Os integrantes da comissão especial argumentaram que o banimento da venda de bebidas alcoólicas em estádios foi "uma das medidas mais auspiciosas" já implantadas, pois teria "evitado grande número de episódios de violência e até morte".

O deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), relator da comissão, ainda pediu o apoio do ministro Padilha para a aprovação do projeto de lei 2.733/2008, apresentado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que altera o atual limite de graduação de bebidas alcoólicas -- que é de 13% -- para 0,5%.

MAIS SOBRE A LEI

Pelo texto da Lei, a bebida só poderá ser consumida em bares, restaurantes e locais similares. A proposta deverá ser votada na próxima semana na comissão geral e, segundo o relator, a redação ainda pode ser alterada para ficar mais clara. Depois, irá a plenário. A Lei Geral da Copa prevê, ainda, pelo menos 300 mil ingressos da categoria 4, que deverá custar cerca de US$ 25 cada um. Os bilhetes serão divididos em cotas de 50% para estudantes e idosos, e 50% para indígenas e participantes do Bolsa Família.

Por conta dessa cota, não haverá meia-entrada no Mundial de 2014 prevista na Lei Geral da Copa. Alguns Estados, contudo, têm leis locais que garantem o benefício.

O relatório final da Lei Geral da Copa prevê ainda prêmio de R$ 100 mil para os vencedores dos Mundiais de 1958, 1962 e 1970.

Oposição quer saber como Pimentel ficou rico e aprender com ele

O PSDB protocolou duas representações contra o ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) nesta quarta-feira (7). Uma na Comissão de Ética Pública da Presidência da República e a outra no Ministério Público Federal do Distrito Federal.

Para a Comissão de Ética, o partido pediu a abertura de processo administrativo para a apuração da conduta do ministro "em razão da possível prática de ato atentatório contra os princípios éticos que norteiam as atividades dos órgãos superiores da Presidência da República e a quebra de decoro por parte do representado".

Já a representação na Procuradoria, solicita a abertura de inquérito civil para a apuração de suposta prática de improbidade consistente em enriquecimento ilícito decorrente de tráfico de influência por parte do ministro.

Segundo nota do PSDB, no documento entregue à Procuradoria, os líderes do partido na Câmara, Duarte Nogueira, e no Senado, Álvaro Dias, destacam que acreditam haver uma semelhança com o caso do ex-ministro Antonio Palocci que levou o Ministério Público a decidir pela abertura de inquérito civil para apurar prática de improbidade administrativa por parte do ex-ministro da Casa Civil. Palocci pediu demissão após denúncia de que havia faturado R$ 20 milhões como consultor de empresas.

CONSULTORIA

Uma empresa que pagou R$ 400 mil à consultoria do ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento Industrial) manteve contrato com a Prefeitura de Belo Horizonte no período em que o petista administrou a capital mineira.

A empresa de informática QA Consulting Ltda. firmou contrato de R$ 173,8 mil com a Prodabel, empresa municipal de processamento de dados, em agosto de 2005.

Após Pimentel deixar a prefeitura, em 1º de janeiro de 2009, a QA contratou a consultoria do petista por R$ 400 mil, valores pagos em duas parcelas de R$ 200 mil.

O contrato de 2005 com a prefeitura foi assinado com uma empresa do grupo QA, a Techwise Solutions Soluções em Softwares Ltda., segundo a administração municipal.

Esse contrato vigorou até agosto de 2009 e foi feito por concorrência pública, na modalidade carta-convite.

O ministro declarou que não há nenhuma irregularidade nas consultorias que prestou e classificou como "pequena" a QA.

Um dos donos da QA é filho de Otílio Prado, sócio de Pimentel na P-21, e que hoje trabalha no gabinete do prefeito Marcio Lacerda (PSB).

Perguntar não ofende

Por que os Flinstones comemoravam o Natal se eles viviam na Idade da pedra, numa época bem antes de Cristo?
Por que os filmes de batalha espaciais tem explosões tão barrulhentas se o som não se propaga no vácuo?
O Instututo que emite os certificados de ISO9002, tem qualidade certificada por quem?

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Dercy Gonçalves no céu



- Porra tá frio aqui em cima.
- O céu não tem temperatura, minha senhora – pondera um porteiro celestial de plantão..
- Não tem o cacête. Tá frio sim senhor – insiste Dercy.
- Prefere o inferno? Lá é mais quentinho!
- Manda tua mãe pra lá. Cadê o Pedro?
- Pedro só atende aos purificados.
- E eu tô suja por acaso? Tô cagada, esporreada?
- Você primeiro tem que passar pelo purgatório, ajustar umas continhas…
- Não devo nada a viado nenhum.
- Você foi muito sapeca lá por baixo.
- Como é que você sabe? Andava escondido debaixo das minhas saias?
- Dercy, daqui de cima a gente vê tudo.
- Vê porra nenhuma. Vê a pobreza, a violência, meninas de 4 anos sendo estupradas pelos pais, político metendo a mão no dinheiro dos pobres, carinha cheirando até bosta pra ficar doidão? O que vocês vêem? Só me viam?
- Você fala muito palavrão.
- Eu sempre disse que o palavrão estava na cabeça de quem escutava.
Palavrão é a fome, a falta de moral destes caras que pensam que o mundo é deles. Esses goelas grandes e seus assessores laranjas, tangerinas e o cacête!
- Está vendo? Outro palavrão.
- Cacête é palavrão, seu porteiro do caralho? Palavrão é a Puta Que o Pariu!
(silêncio por alguns segundos)
- Seja bem vinda Dercy. Sou Pedro. Pode entrar.
- CARAAAAAALHO!!! Não é que eu morri mesmo?!!! Vou p/o purgatório????
- Não, pelo purgatório você já passou 101 anos, no Brasil. Venha descansar!!!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Lupi pede demissão

O ex-ministro do Trabalho, Carlos Lupi, apontou a "perseguição política e pessoal da mídia" e a "condenação sumária" da Comissão de Ética da Presidência da República como os motivos para pedir demissão.

  • A nota publicada no blog do Ministério do Trabalho, Lupi disse que não teve o direito de se defender. Além disso, segundo Lupi, sua demissão é uma maneira de evitar que "o ódio das forças mais reacionárias e conservadoras deste país contra o trabalhismo não contagie outros setores do governo".

Leia a íntegra da nota:

"Tendo em vista a perseguição política e pessoal da mídia que venho sofrendo há dois meses sem direito de defesa e sem provas; levando em conta a divulgação do parecer da Comissão de Ética da Presidência da República - que também me condenou sumariamente com base neste mesmo noticiário sem me dar direito de defesa - decidi pedir demissão do cargo que ocupo, em caráter irrevogável.

Faço isto para que o ódio das forças mais reacionárias e conservadoras deste país contra o Trabalhismo não contagie outros setores do Governo.

Foram praticamente cinco anos à frente do Ministério do Trabalho, milhões de empregos gerados, reconhecimento legal das centrais sindicais, qualificação de milhões de trabalhadores e regulamentação do ponto eletrônico para proteger o bom trabalhador e o bom empregador, entre outras realizações.

Saio com a consciência tranquila do dever cumprido, da minha honestidade pessoal e confiante por acreditar que a verdade sempre vence.