sábado, 26 de junho de 2010

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Provérbios Africanos

"O tolo têm sede no meio de água.""Uma mentira estraga mil verdades.""Um inimigo inteligente é melhor que um amigo estúpido.""Quando o rato ri do gato há um buraco perto.""Se você está construindo uma casa e um prego quebra, você deixa de construir, ou você muda o prego?"Para quem não sabe, um jardim é uma floresta.""É melhor ser amado do que temido.""O machado esquece; a árvore recorda.""O cavalo que chega cedo bebe a água boa.""Aquele que não cultiva seu campo, morrerá de fome."Quando um rei tem conselheiros bons, seu reino é pacífico.""Não chame um cachorro com um chicote em sua mão.""Sem vingança, os males do mundo um dia ficarão extintos.""A igualdade não é fácil, mas o superioridade é dolorosa.""O conhecimento é como um jardim: se não for cultivado, não pode ser colhido.""O vento não quebra uma árvore que se dobra.""Um peixe grande é pego com isca grande.""Um camelo não zomba da corcunda de outro camelo.""Uma filha tola ensina a sua mãe como carregar as crianças.""A esperança é o pilar do mundo.""O conhecimento não é a coisa principal, mas ações.""Não importa quanto longa seja a noite, o dia virá certamente.""Quando a lua não está cheia, as estrelas ficam mais brilhantes.""Não pise no rabo do cachorro, e ele não o morderá.""O coração do homem sábio encontra-se quieto como a água límpida.""Não chame a floresta que o abriga de selva.""As lágrimas que descem pelo seu rosto não tiram sua visão.""Se sua lingua tranformar-se em uma faca, cortará sua boca.""Um pouco de chuva a cada dia encherá os rios até transbordarem.""Até que os leões tenham suas histórias, os contos de caça glorificarão sempre o caçador.""O coração de um homem e o fundo do mar são insondáveis.""Quem faz perguntas, não pode evitar as respostas.""O homem é como palma-vinho: quando jovem, doce mas sem força; na velhice, forte mas áspero.""Quando as teias de aranha se juntam, elas podem amarrar um leão.""Quando seu vizinho está errado você aponta um dedo, mas quando é você que está errado esconde.""Se você danificar o caráter de outro, você danifica o seu próprio.""A chuva bate a pele de um leopardo, mas não tira suas manchas.""Quando você é rico, você é odiado; quando você é pobre, você é desprezado.""Ninguém testa a profundidade de um rio com ambos os pés.""Deus esconde-se da mente do homem, mas revela-se ao seu coração.""A lua move-se lentamente, mas cruza a cidade.""Uma vaca tem que pastar onde ela está amarrada.""Você não pode construir uma casa para o verão do ano passado.""Depois de uma ação tola vem o remorso.""Como a ferida inflama o dedo, o pensamento inflama a mente.""Uma flor de morango não adoçará pão seco.""Amor é como um bebê: precisa ser tratado com ternura.""É a água calma e silenciosa que afoga um homem.""Tenha parentesco com a hiena, e todas as hienas serão suas amigas.""A ruína de uma nação começa nas casas de seu povo."“Nunca se esquecem as lições aprendidas na dor.”"Quando o galo está bêbado, esquece-se do gavião.""Quem casa com a beleza casa-se com um problema.""Não há nenhum remédio para curar ódio.""O dinheiro é mais afiado do que uma espada.""Um provérbio é o cavalo que pode levar alguém rapidamente à descoberta de idéias.""O homem avarento está como um boi gordo: ele só dará a gordura quando for privado de sua vida.""A doença acompanha uma lua minguante; uma lua nova cura a doença.""A união do rebanho obriga o leão a ir dormir com fome.""As crianças são a recompensa de vida.""A água sempre descobre um meio."

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Supremo divulga nota à imprensa sobre súmula do nepotismo

Diante do noticiário da imprensa sobre ato da Presidência, já amplamente justificado, a respeito do alcance da Súmula Vinculante nº 13, relativa à questão do nepotismo, o Supremo Tribunal Federal esclarece que:1. As justas e fundadas ponderações do então Procurador-Geral da República, dr. Antonio Fernando Barros e Silva de Souza, sobre dúvidas suscitadas pelo texto da referida Súmula, nos autos da Reclamação nº 6838, não puderam na ocasião ser ali conhecidas porque, diante da revogação do ato que a provocara, o processo ficou prejudicado e, em consequência, teve de ser extinto sem apreciação do mérito.2. Para atender a tais ponderações e propósitos, igualmente manifestados por alguns Ministros da Corte, bem como para evitar absurdos que a interpretação superficial ou desavisada da Súmula pode ensejar, o Presidente do STF está encaminhando aos senhores Ministros proposta fundamentada de revisão da redação da mesma Súmula, para restringi-la aos casos verdadeiros de nepotismo, proibidos pela Constituição da República.3. O teor da proposta será levado ao conhecimento da imprensa e do público, após a apreciação dos Senhores Ministros.Brasília, 23 de junho de 2010Secretaria de Comunicação Social

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Mulher que viveu união com sexagenário

Mulher que viveu união estável com sexagenário só tem direito aos bens obtidos com trabalho do casalÀ semelhança do que ocorre com o casamento, na união estável é obrigatório o regime de separação de bens, no caso de companheiro com idade igual ou superior a sessenta anos. Os ministros da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) tiveram esse entendimento durante julgamento de um recurso que envolve o inventário de um falecido que viveu em união estável por oito anos. A mulher queria ter direito à metade dos bens deixados por ele.A convivência do casal começou quando o homem tinha 64 anos. O casal viveu em união estável de agosto de 1993 a setembro de 2001, quando ele morreu. A companheira questionou a decisão da 3ª Vara de Família e Sucessões da Comarca de Porto Alegre (RS) que concedeu apenas a partilha dos bens adquiridos durante a união estável, com a comprovação do esforço comum. O juiz entendeu que o regime adequado ao caso é o da separação obrigatória de bens, já que o companheiro iniciou o relacionamento após os 60 anos de idade.Entretanto, para o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, a obrigatoriedade de se adotar o regime de separação de bens aplica-se unicamente ao casamento.No STJ, o relator, ministro Luis Felipe Salomão, discordou desse posicionamento. Segundo o ministro, permitir que um casal opte pelo regime de bens quando o homem já atingiu a idade sexagenária seria o mesmo que prestigiar a união estável em detrimento do casamento. Para os companheiros maiores de 60 anos, devem ser aplicadas as mesmas limitações previstas para o casamento, ou seja, deve prevalecer o regime de separação de bens. Salomão votou pelo restabelecimento da decisão de primeiro grau: “A companheira fará jus à meação dos bens adquiridos durante a união estável, desde que comprovado, em ação própria, o esforço comum”.O desembargador convocado Honildo de Mello Castro havia pedido vista. Ele acompanhou o relator, mas divergiu da necessidade de demonstrar a formação do patrimônio por esforço do casal. Contudo, os demais ministros da Quarta Turma votaram com o relator.

Responsabilidade e Ética na Proteção do Meio Ambiente

Marcos Paulo de Souza MirandaPromotor de Justiça em Minas Gerais. Secretário-Geral da Associação Brasileira do Ministério Público de Meio Ambiente.
Os tempos hodiernos demonstram que grandes empreendedores nacionais e internacionais, causadores de significativa degradação ambiental, invocam rotineiramente perante a mídia e a sociedade a condição de empresas responsáveis sob o ponto de vista sócio-ambiental, ao argumento de que são geradoras de empregos, pagadoras de grandes somas de impostos e detentoras das exigíveis licenças expedidas pelos órgãos de proteção ao meio ambiente.
Se à primeira vista a afirmação pode se mostrar sedutora e convincente aos menos avisados, o argumento não resiste a uma análise mais criteriosa.
Ora, a força de trabalho dos empregados é requisito sem o qual as atividades das empresas não podem ser desenvolvidas. O pagamento de tributos e a obtenção de licenças ambientais não passam de exigências primárias para qualquer atividade a ser desenvolvida licitamente. Assim, as supostas benesses decorrentes de tais empreendimentos não passam do estrito cumprimento de exigências comezinhas.
Há uma distância abissal entre o mero cumprimento de deveres legais e a adoção de uma postura responsável sob a ótica social e ambiental, condição esta que deve se orientar muito mais pela assunção da defesa de valores baseados na ética do que pelo atendimento a reles exigências legais. Como já ressaltado pelo Desembargador da Câmara Ambiental do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, José Renato Nalini, "o interesse econômico desvinculado de senso ético é um câncer que provoca a metástase da comunhão social".
Presenciamos um tempo em que a luta desmedida pelo lucro fácil frequentemente cega e desnorteia empreendedores, corrompe e intimida instituições e busca afastar da percepção social algo que está enraizado nas convicções até mesmo de civilizações ditas primitivas: não herdamos a Terra de nossos antepassados; temo-la momentaneamente emprestada por nossos netos. Mas essa noção de solidariedade intergeracional, que de tão básica consta até mesmo no texto da Constituição Brasileira, muitas vezes é sufocada pelo desvario dos interesses econômicos que procuram de formas várias deslegitimar ou se furtar à ação daqueles que se propõem à defesa de um patrimônio do qual a geração presente é mera guardiã.
Tal estado de coisas, percebe-se, tem colocado rotineiramente em posições antagônicas a sociedade - que está cada vez mais consciente de se seus direitos e de seus deveres para com o futuro do nosso planeta, que não pode ser confundido com um supermercado pegue-pague de estoque ilimitado - e o empresariado, que em muitos casos procura abrigo sob a couraça da ação judicial defensiva ou de pareceres encomendados a renomados escritórios de advocacia, sem a preocupação de discernir o que é legal, do que é ético, do que é justo. Esse tipo de conduta segrega e tenciona, desnecessariamente, o segmento social do produtivo, setores esses que poderiam legitimamente interagir e dialogar em busca de pontos de interesse comum.
Investir em técnicas produtivas menos agressivas à natureza (embora mais onerosas que as tradicionais); reduzir a geração de resíduos e reciclar produtos; desenvolver novas tecnologias objetivando a redução de efluentes; criar espontaneamente áreas de proteção ambiental; buscar fontes de energia limpa e renovável; patrocinar, a fundo perdido, projetos sociais, ambientais e culturais de interesse coletivo são apenas algumas das muitas ações que podem ser adotadas pelos empreendedores que pretendem merecer e ostentar o rótulo da responsabilidade sócio-ambiental e contribuir realmente para um futuro mais solidário e justo.

Standard


Teste


quarta-feira, 16 de junho de 2010

Excelente o livro "Me aveus" de Georges Wolinski

Com frases, confissões, pensamentos e alguns desenhos, Wolinski
proferiu algumas pérolas como: "Sou um ibecil. Mas quando vejo o que os homens inteligentes fizeram com o mundo..." Vale a pena comprar!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010